Golpes De Empréstimo

Apesar de muitos alertas feitos pela imprensa, o golpe do empréstimo fácil continua a fazer vítimas. No município de Viçosa, um vendedor perdeu R$ 1.023 por acreditar nas facilidades da suposta financeira.

Contrato de Empréstimo

José Fabiano Lemos Barbosa, 26 anos, contou ao Primeira Ediçãoque ouviu anunciando, em uma rádio local, que o Banco Cifra fazia empréstimos de R$ 5 mil a R$ 200 mil sem consulta ao SPC e Serasa. Ele ligou para o 0800 fornecido na propaganda e passou seus dados para uma suposta atendente. Três dias depois, ligaram para ele informando-o que seu cadastro fora aprovado. “Eles mandaram o contrato por e-mail. Eu imprimi e preenchi. Em seguida, pediram para eu pagar R$ 123 referentes ao valor do contrato”.

Após pagar o contrato, a suposta financeira pediu que fosse depositado mais R$ 900 referente ao valor do seguro. “No dia 12 de agosto, os R$ 9 mil que havia pedido emprestado estavam na minha conta, porém o dinheiro ainda estava bloqueado. Disseram-me que deveria depositar R$ 900 para ser liberado. Depois que fiz o depósito, o dinheiro sumiu da conta”, conta ele transtornado com o prejuízo. Os depósitos foram feitos na conta corrente de Vera Lúcia Custódio Fagundes, do município de Contagem, Minas Gerais.

BO registrado na delegacia de Viçosa.

O vendedor registrou um Boletim de Ocorrência na Delegacia Regional de Viçosa e disse que vai procurar um advogado. “Tenho medo de que usem meus dados para alguma compra. Vou procurar um advogado para ver algum meio de reaver meu dinheiro”, disse José Fabiano.

De acordo com o assessor jurídico do Procon de Alagoas, Ubiraja Reis, a tentativa de golpe pode ser identificada toda vez que o consumidor for abordado por telefone, com concessão de algum benefício atrelado ao depósito de qualquer quantia e quando a promessa for muito vantajosa. “Não existe modalidade de empréstimo no sistema financeiro nacional que exija qualquer tipo de depósito prévio para concessão”, afirmou.

Ubirajara Reis recomenda que o consumidor negocie diretamente com a financeira ou correspondentes bancários, que são empresas devidamente registradas e identificadas no Banco Central.

De acordo com o assessor jurídico, as vítimas desse tipo de golpe devem procurar a delegacia de Defraudações ou a Central de Polícia e, se existir, a Delegacia do Consumidor, pois trata-se de um crime na relação de consumo. “Isso se trata de crime e o procon não tem competência para julgar. O crime de relação de consumo deve ser apurado através de inquérito policial”.

* A Deniway Crédito não COBRA nenhuma TAXA/SEGURO  para ser realizado qualquer modalidade de Empréstimo.

Fonte: http://www.primeiraedicao.com.br/?pag=alagoas&cod=13489

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